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13 November 2012
12 November 2012
Turismo com tempero brasileiro
Destaque na maior feira do setor turístico mundial realizada em Londres,
o Brasil receberá o evento em 2013.
* Marcio Rodrigo Delgado – Exclusivo Brazilian News Twitter: @marcio_delgado
Na semana passada a 33ª edição da World Travel Market, a feira britânica considerada um dos eventos mais importantes da indústria mundial do turismo, reuniu em Londres representantes do setor durante quatro dias atraindo cerca de 50 mil visitantes ao Excel, no leste da capital inglesa.
Mostrando porque foi escolhido para sediar a próxima Copa do Mundo e as próximas Olimpíadas, o Brasil foi destaque na área dedicada à América Latina com um grande estande institucional contando com expositores de diversas capitais brasileiras e um espaço dedicado exclusivamente à cultura, onde foram homenageadas as cidades de Brasília, reconhecida como Patrimônio Mundial Histórico pela Unesco e Salvador, capital que é Patrimônio Cultural Mundial.
Para trazer um pouco do tempero brasileiro ao local, uma parceria entre a Embratur, a Bahiatursa e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal deixaram a World Travel Market mais colorida com apresentações de dança, painéis fotográficos, exposição de objetos típicos, vídeos sobre a cultura e a gastronomia do Brasil e até uma animada baiana vestida a caráter passeando pelo local. Agentes dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Amazonas, Sergipe, Rio Grande do Norte e Ceará também estiveram presentes no evento que contou ainda com representantes de hotéis, companhias aéreas, entidades e operadoras de turismo brasileiro e de outros países.
A Inglaterra ocupa a 11ª posição no ranking dos maiores emissores de turistas para o Brasil. Para se ter uma idéia do que isso significa, só no ano passado quase 150 mil turistas ingleses entraram no país segundo pesquisas oficiais e o melhor: é bem provável que eles irão retornar. De acordo com o Estudo da Demanda Turística Internacional 2012, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para o Ministério do Turismo, cerca de 80% desses visitantes ficaram satisfeitos com a estadia, e 91,5% manifestaram intenção de voltar ao país. O perfil do turista inglês indica que a preferência, no turismo de lazer, é por destinos que se encaixam no segmento “sol e praia” (38,5%), seguido de “natureza, ecoturismo ou aventura” (29,2%).
Com o pé no Brasil – Em abril do próximo ano a World Travel Market vai ter uma versão Latina. Esta vai ser a primeira vez que o evento, realizado em Londres há mais de 30 anos pela Reed Travel Exhibitions, acontece em um país da América Latina e o Brasil foi o escolhido para sediar os três dias da feira confirmada para acontecer no Transamérica Expo Center, em São Paulo.
* Marcio Rodrigo Delgado – Exclusivo Brazilian News Twitter: @marcio_delgado
Na semana passada a 33ª edição da World Travel Market, a feira britânica considerada um dos eventos mais importantes da indústria mundial do turismo, reuniu em Londres representantes do setor durante quatro dias atraindo cerca de 50 mil visitantes ao Excel, no leste da capital inglesa.
Mostrando porque foi escolhido para sediar a próxima Copa do Mundo e as próximas Olimpíadas, o Brasil foi destaque na área dedicada à América Latina com um grande estande institucional contando com expositores de diversas capitais brasileiras e um espaço dedicado exclusivamente à cultura, onde foram homenageadas as cidades de Brasília, reconhecida como Patrimônio Mundial Histórico pela Unesco e Salvador, capital que é Patrimônio Cultural Mundial.
Para trazer um pouco do tempero brasileiro ao local, uma parceria entre a Embratur, a Bahiatursa e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal deixaram a World Travel Market mais colorida com apresentações de dança, painéis fotográficos, exposição de objetos típicos, vídeos sobre a cultura e a gastronomia do Brasil e até uma animada baiana vestida a caráter passeando pelo local. Agentes dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Amazonas, Sergipe, Rio Grande do Norte e Ceará também estiveram presentes no evento que contou ainda com representantes de hotéis, companhias aéreas, entidades e operadoras de turismo brasileiro e de outros países.
A Inglaterra ocupa a 11ª posição no ranking dos maiores emissores de turistas para o Brasil. Para se ter uma idéia do que isso significa, só no ano passado quase 150 mil turistas ingleses entraram no país segundo pesquisas oficiais e o melhor: é bem provável que eles irão retornar. De acordo com o Estudo da Demanda Turística Internacional 2012, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para o Ministério do Turismo, cerca de 80% desses visitantes ficaram satisfeitos com a estadia, e 91,5% manifestaram intenção de voltar ao país. O perfil do turista inglês indica que a preferência, no turismo de lazer, é por destinos que se encaixam no segmento “sol e praia” (38,5%), seguido de “natureza, ecoturismo ou aventura” (29,2%).
Com o pé no Brasil – Em abril do próximo ano a World Travel Market vai ter uma versão Latina. Esta vai ser a primeira vez que o evento, realizado em Londres há mais de 30 anos pela Reed Travel Exhibitions, acontece em um país da América Latina e o Brasil foi o escolhido para sediar os três dias da feira confirmada para acontecer no Transamérica Expo Center, em São Paulo.
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13 September 2012
Poesia para a massa
Dominic West (foto) está apoiando a divulgação de um novo app para difundir poesia para uma parte maior da população.
O ator da série 'The Wire' é uma das 30 celebridades que que leram trechos de poeisa no The Poetry App, criado pela poeta Josephine Hart que faleceu no ano passado.
O App é gratuito, então que tal dar uma chance a poesia nestes dias de concreto ?
O ator da série 'The Wire' é uma das 30 celebridades que que leram trechos de poeisa no The Poetry App, criado pela poeta Josephine Hart que faleceu no ano passado.
O App é gratuito, então que tal dar uma chance a poesia nestes dias de concreto ?
17 August 2012
Tapete diferente para o 'Vingador do Futuro'
Tapete vermelho é coisa do passado.
Esta semana, no lançamento de Total Recall, refilmagem da ficção científica “O Vingador do Futuro” que estreou quinta-feira (16) em Londres, o tapete da première foi mesmo preto e branco. O evento, realizado na Leicester Square, no centro da capital inglesa, contou com a participação das estrelas do filme como os atores Colin Farrel, Jéssica Biel e Kate Beckinsale (foto).
Esta semana, no lançamento de Total Recall, refilmagem da ficção científica “O Vingador do Futuro” que estreou quinta-feira (16) em Londres, o tapete da première foi mesmo preto e branco. O evento, realizado na Leicester Square, no centro da capital inglesa, contou com a participação das estrelas do filme como os atores Colin Farrel, Jéssica Biel e Kate Beckinsale (foto).
10 August 2012
Esportes que podem voltar para as olimpíadas
Os jogos de 2016, no Rio, poderão contar com um esporte que ficou de fora das olimpíadas de Londres este ano: beisebol e softbol.
Apesar de ter estreado oficialmente como modalidade olímpica nos Jogos Olímpicos de Verão de 1992 em Barcelona, o beisebol fez a sua primeira aparição nos Jogos de 1912, como esporte de demonstração mas por decisão do COI, em julho de 2005 o beisebol e o softbol foram votados para não integrar o programa dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres.
Agora o beisebol, que conta com nomes de peso como o jogador americano Joe Mauer (foto), pode voltar a fazer parte da competição em breve.
Apesar de ter estreado oficialmente como modalidade olímpica nos Jogos Olímpicos de Verão de 1992 em Barcelona, o beisebol fez a sua primeira aparição nos Jogos de 1912, como esporte de demonstração mas por decisão do COI, em julho de 2005 o beisebol e o softbol foram votados para não integrar o programa dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres.
Agora o beisebol, que conta com nomes de peso como o jogador americano Joe Mauer (foto), pode voltar a fazer parte da competição em breve.
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8 August 2012
Atriz inglesa Mischa Barton inaugura sua loja
Diversificando os negócios, a atriz inglesa Mischa Barton inaugurou esta semana a sua primeira loja no Spitalfields Market, área descolada no leste de Londres, onde apresentou sua coleção de roupas, bolsas e cosméticos.
Apesar de ter baseado a coleção em seu estilo pessoal a atriz garante que há muitas outras opções na loja para quem não quiser se vestir igual a ela.
Apesar de ter baseado a coleção em seu estilo pessoal a atriz garante que há muitas outras opções na loja para quem não quiser se vestir igual a ela.
28 July 2012
Ryan Lochte começa bem em Londres
O nadador americano Ryan Lochte celebra com a sua medalha de ouro no centro aquático dos Jogos Olímpicos de Londres, Inglaterra.
A cerimônia dos 400m individual masculino foi apenas um dos destaques do primeiro dia do evento neste sábado.
Foto: Al Bello / Getty Images
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26 July 2011
Falta 1 ano para as Olimpíadas de Londres
Após cinco anos de preparativos, Londres encara os últimos 12 meses antes das Olimpíadas de 2012 com as principais instalações esportivas concluídas, algumas com antecedência em relação ao calendário previsto.
No dia 27 de julho de 2012 será acesa a pira do estádio olímpico de Stratford - concluído em março deste ano - para marcar o início dos trigésimos Jogos Olímpicos da era moderna, que se prolongarão até o dia 12 de agosto.
A vila olímpica, o estádio de atletismo e as principais instalações esportivas para 2012 já compõem a paisagem do Parque Olímpico de Stratford, ao leste de Londres, um ambicioso projeto com o qual se pretende revitalizar esta antiga zona industrial.
No próximo verão, o Parque será uma área dominada pelo verde, repleta de jardins e canais artificiais, mas atualmente ainda é um vasto descampado onde estão disseminados pavilhões e edifícios, a maioria já construída ou na última fase das obras.
O estádio olímpico, onde acontecerão as provas de atletismo e as cerimônias de abertura e encerramento, terá capacidade para 80 mil espectadores durante as Olimpíadas, mas sua capacidade será reduzida após o evento, quando será transformado no campo onde jogará a equipe de futebol do West Ham.
Apesar do bom andamento das novas construções, os responsáveis por Londres 2012 estão conscientes das limitações orçamentárias que marcam uma época de crise e os fortes cortes econômicos no Reino Unido.
Londres apresentou em 2003 um orçamento de 2,7 bilhões de euros e, embora atualmente o dinheiro disponível atinja o patamar de 10,5 bilhões de euros, a Autoridade Olímpica do Reino Unido (ODA, na sigla em inglês) acredita que o custo final não superará os 8,2 bilhões de euros.
Outro dos problemas enfrentados pela capital britânica é a antiguidade de algumas das infraestruturas já existentes, especialmente a rede de metrô.
As Olimpíadas criarão uma "demanda extrema" no transporte público, que deverá absorver até um milhão de deslocamentos extraordinários nos dias com maior concentração de eventos esportivos, alertou a Assembleia de Londres.
A capital britânica recebe anualmente 3,5 milhões de visitantes e a expectativa é que as Olimpíadas atraiam centenas de milhares de pessoas a mais, o que representa um desafio para um sistema de transporte que já está funcionando no máximo de sua capacidade.
Paradoxalmente, a Autoridade de Turismo britânica (VisitBritain) considerou que o evento esportivo poderia desanimar muitos dos potenciais turistas no verão de 2012, que prefeririam adiar suas viagens para Londres por medo das aglomerações e dos altos preços durante os Jogos.
Os londrinos confiam que os incômodos e o gasto público das Olimpíadas serão compensados pelas receitas provenientes do turismo e pelas vagas de trabalho criadas.
Ainda não foi definido um número estimado de contratos que serão assinados graças às Olimpíadas, mas sim o número de voluntários empregados pela organização: 70 mil vagas para as quais já se apresentaram cerca de 250 mil pessoas.
Os voluntários serão utilizados tanto para postos pouco qualificados como manobristas e bilheteiros como para atuar como médicos, pessoal antidoping e técnicos esportivos.
Os números de participação no voluntariado refletem que os londrinos, um ano antes da cerimônia de inauguração, estão ansiosos pelos Jogos Olímpicos, apesar das críticas pelos incômodos provocados pelas obras e do gasto público.
No dia 27 de julho de 2012 será acesa a pira do estádio olímpico de Stratford - concluído em março deste ano - para marcar o início dos trigésimos Jogos Olímpicos da era moderna, que se prolongarão até o dia 12 de agosto.
A vila olímpica, o estádio de atletismo e as principais instalações esportivas para 2012 já compõem a paisagem do Parque Olímpico de Stratford, ao leste de Londres, um ambicioso projeto com o qual se pretende revitalizar esta antiga zona industrial.
No próximo verão, o Parque será uma área dominada pelo verde, repleta de jardins e canais artificiais, mas atualmente ainda é um vasto descampado onde estão disseminados pavilhões e edifícios, a maioria já construída ou na última fase das obras.
O estádio olímpico, onde acontecerão as provas de atletismo e as cerimônias de abertura e encerramento, terá capacidade para 80 mil espectadores durante as Olimpíadas, mas sua capacidade será reduzida após o evento, quando será transformado no campo onde jogará a equipe de futebol do West Ham.
Apesar do bom andamento das novas construções, os responsáveis por Londres 2012 estão conscientes das limitações orçamentárias que marcam uma época de crise e os fortes cortes econômicos no Reino Unido.
Londres apresentou em 2003 um orçamento de 2,7 bilhões de euros e, embora atualmente o dinheiro disponível atinja o patamar de 10,5 bilhões de euros, a Autoridade Olímpica do Reino Unido (ODA, na sigla em inglês) acredita que o custo final não superará os 8,2 bilhões de euros.
Outro dos problemas enfrentados pela capital britânica é a antiguidade de algumas das infraestruturas já existentes, especialmente a rede de metrô.
As Olimpíadas criarão uma "demanda extrema" no transporte público, que deverá absorver até um milhão de deslocamentos extraordinários nos dias com maior concentração de eventos esportivos, alertou a Assembleia de Londres.
A capital britânica recebe anualmente 3,5 milhões de visitantes e a expectativa é que as Olimpíadas atraiam centenas de milhares de pessoas a mais, o que representa um desafio para um sistema de transporte que já está funcionando no máximo de sua capacidade.
Paradoxalmente, a Autoridade de Turismo britânica (VisitBritain) considerou que o evento esportivo poderia desanimar muitos dos potenciais turistas no verão de 2012, que prefeririam adiar suas viagens para Londres por medo das aglomerações e dos altos preços durante os Jogos.
Os londrinos confiam que os incômodos e o gasto público das Olimpíadas serão compensados pelas receitas provenientes do turismo e pelas vagas de trabalho criadas.
Ainda não foi definido um número estimado de contratos que serão assinados graças às Olimpíadas, mas sim o número de voluntários empregados pela organização: 70 mil vagas para as quais já se apresentaram cerca de 250 mil pessoas.
Os voluntários serão utilizados tanto para postos pouco qualificados como manobristas e bilheteiros como para atuar como médicos, pessoal antidoping e técnicos esportivos.
Os números de participação no voluntariado refletem que os londrinos, um ano antes da cerimônia de inauguração, estão ansiosos pelos Jogos Olímpicos, apesar das críticas pelos incômodos provocados pelas obras e do gasto público.
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